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Manejo de pastos extensivos

No caso de pastagens extensivas de rebrota mais lenta, as quais geralmente convivem com invasoras, devemos trabalhar a intensidade e frequência do pastejo de forma que resulte em estrutura maior das plantas.  

Esta ação de manejo visa manter a forrageira com maior extensão de raízes e folhas para que, deste modo, tenha melhores condições de competir com as invasoras presentes na pastagem. 

A figura 1 traz as alturas alvo de manejo, considerando pastos extensivos que não estão em condição de “marmita”, para diversas forrageiras. Na figura 2 exemplifica o resíduo pós pastejo mais alto mantido por meio de oferta ligeiramente mais elevada de capim por unidade animal. Este manejo possibilita maior tempo para atuação no controle de invasoras, e em maior produtividade dessas pastagens. 

Figura 1. Alturas alvos de manejo do pastejo de gramíneas tropicais, subtropicais e temperadas em pastejos de lotação alternada e rotacionada em pastagens não adubadas e em pastagens adubadas. AGUIAR, 2012b; 2012c; 2012d. Apresentado por Aguiar, 2018.

Figura 2. Pastos extensivos (sem adubo algum) manejados ligeiramente mais altos.

Áreas extensivas e com pastejo intenso, mesmo que não seja frequente, terá o processo de degradação acelerado pela alta infestação de invasoras e erosões. A figura 3 demonstra a situação de um pasto pouco utilizado, porém quando usado era feito de forma muito intensa. 

Figura 3. Pasto extensivo com grau alto de degradação devido ao pastejo intenso (junho de 2014 – Agroganadera Atami).

Foi recomendado pastejo com taxas de lotação leves (0,3 a 0,6 UA/ha) para que o pasto fosse aparecendo e subindo. Em dezembro de 2014 já tínhamos maior quantidade de capim na área de pastagem (figura 4).

A partir das águas da safra seguinte, isto é, de outubro de 2015 (figura 5) em diante aplicamos o conceito supracitado nesta área, uma vez que o dossel forrageiro estava mais estabelecido e em melhores condições de competição.

O efeito em termos de lotação é bastante grande. Atualmente utilizamos essas áreas com taxas de lotação ao redor de 1,3 a 1,5 UA/ha no verão. E são 1,3 a 1,5 UA/ha com pasto e rebanho desempenhando.  Outro ponto importante é o maior resultado do controle das invasoras (roçada e/ou veneno) quando este conceito é aplicado nas áreas pertinentes.

Figura 4. Pasto extensivos com manejo mais leve (dezembro de 2014 – Agroganadera Atami).

Figura 5. Pasto extensivo (sem adubo algum) recuperado por manejo (novembro de 2015 – Agroganadera Atami).



Msc. Edmar Pauliqui Peluso

Mestre em produção animal com ênfase em pastagens e forragicultura - UEM

Sócio diretor Gerente de pasto

cel: 44 9 9911 0915 (Tim)

Dr. Bruno Shigueo Iwamoto

Doutor em produção animal com ênfase em pastagens e forragicultura - UEM

Sócio diretor Gerente de pasto

cel: 44 9 8448 7988 (Vivo)

Msc. Josmar Almeida Jr.

Mestre em produção animal com ênfase em pastagens e forragicultura - UEM

Sócio diretor Gerente de pasto

cel: 44 9 9119 0888 (Vivo)


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